Final Fantasy Tactics Advance 2: Grimoire of the Rift



Nome: Final Fantasy Tactics Advance 2: Grimoire of the Rift
Plataforma: NDS
Gênero: RPG, Estratégia
Desenvolvedora: Square Enix

Luso Clemens, um garoto normal é pedido por seu professor para ficar de tarde na escola para limpar a biblioteca, como punição aos seus atrasos e faltas as aulas. Luso acha injusto de ter que ficar de tarde logo no dia de férias, mas seu professor diz que ele tem “muito o que aprender”. Luso vai para a biblioteca, mas Mr. Randell, o bibliotecário não está. Luso então, encontra um antigo livro. O livro acaba repentinamente em uma frase falando para o leitor escrever seu nome. Então ele escreve seu nome no livro, “Luso Clemens”, depois é transportado para o mundo de Ivalice. Após cair diretamente em um ninho do perigoso monstro pássaro Klesta, ele é encontrado por Cid, e diz que para que Luso possa sobreviver, ele precisa se juntar ao clã de Cid.


 Explorando o mundo!

O jogo é uma “sequencia” de FFT Advance, no GBA, já que os dois tem algumas relações, porém não são totalmente ligados. O jogo é no bom e velho estilo de Final Fantasy Tactics, lutas por turno com estratégia no mapa. O jogo tem divisão de raças e classes, cada raça tendo sua especialização e classes diferentes para serem liberadas. A variedade de armas também é imensa, desde simples espadas à cartas e armas de fogo.

 Arrumando sua party! (Sim, é um Paladin de Dual Wielding, problem?)

A gameplay é simples e direta: Cumpra o objetivo da luta. Isso pode variar de acabar com todos os inimigos a desarmar armadilhas e coletar items. A dificuldade do jogo são as regras que o “Judge” impõe sobre a luta. Elas impedem de certos movimentos, golpes e magias sejam usados. As regras variam de “não use trovão” a “não se mova mais de 2 quadrados” ou “não acabe um turno perto de outra unidade”. Certas regras são totalmente ignoráveis, outras acabam com a facilidade de sua missão. A vantagem de seguir todas essas regras é ganhar um bonus no final da luta, com items, materiais, equipamentos, etc. Se as regras forem quebradas, os bonus desaparecem, seus privilégios, bonus selecionados no começo da batalha, são anulados e se algum de seus membros morrer, ele não pode ser ressucitado naquela batalha.

 Ravagers em ação!

A historia do jogo é bem envolvente, e se desenvolve de uma maneira que atrai o jogador a continuar. Além das missões principais, o jogo conta com mais de 150 missões secundárias, que garantem mais itens, experiência, novas classes e etc. Cada parte do jogo conta com mais novidades, como a casa de leilões, onde as áreas do mundo são leiloadas para um clã, fazendo que essa área conte com bonus para seu clã, como fãs que te dão items e até clãs rivais que querem acabar com você.

 Duas raças, Seeq e Gria

A soundtrack do jogo é bem simples, que combina com o jogo. 



Em resumo, é um ótimo jogo de RPG, conta com uma grande variedade de opções de customização para seu grupo, ótima gameplay e simples, porém bonitos gráficos, boa soundtrack, e o melhor de tudo, MUITAS horas de jogo.

Nota: 10/10

Segunda opinião - por ffao

Tá, FFTA2 não é um jogo ruim. É até legal, no começo, mas a sua maior "vantagem" é, na verdade, o maior problema: ele simplesmente não sabe quando parar. O conceito de grind num SRPG sempre me pareceu meio inútil - se quiser ficar lutando com bichos fracos, faça isso num RPG, em que as batalhas são curtas e dá pra fazer tudo no automático. Lutar as mesmas batalhas contra grupos aleatórios pra pegar níveis, roupas, etc, fica cansativo. Tão cansativo, de fato, que vou me abster de comentar sobre a história -- na maior parte do tempo, já faz tanto tempo que você pegou uma missão de storyline que você até esquece dela.


Se você for alguém que gosta de fazer side-quests até não poder mais como o reviewer acima, FFTA2 é um prato cheio. Mas não espere um jogo direto, ou que dá pra seguir um caminho lógico na história: o negócio é ficar fazendo quests e mais quests até poder avançar.

1 comentários:

  1. vinne disse...:

    bom jogo

    e o carlos é um lindo

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